Aos olhos do Infinito e do Eterno
sob grandes auspícios
de encontros e abraços
entre irmãos e amigos.
Diana Aguiar e Daniel do Vale,
das mãos de um embriagado sacerdote,
de um sorriso ateu,
recebam,
em forma de porrada,
de saculejo,
as mais grandiosas e patéticas bençãos.
Firmeza amigo
ao
domar e atiçar
a alma instigada de mulher
que se se estilhaça,
já era.
E que, portanto, merece a todo momento um cheiro
e um entendimento, principalmente.
Amiga,
é preciso lavar muitas vezes
para se retirar a nódea amarga
que fica
dos dias e amores que amargam.
Se posso lhe dar um conselho:
nunca poupe esse rapaz.
Nesse lar,
acasalem-se apoteoticamente
dancem espremidos entre os móveis
Muito vinho, muito vinho!
Música!
E silêncio.
Não iludam-se com a eternidade.
Mortais,
vivam furiosamente os dias que lhes restam!
Amaldiçoado seja
todo obstáculo no caminho do amor!
Amem.
Pode beijar a noiva.
(Carlos Alberto Lucio Bittencourt)
http://cismasminhas.blogspot.com/2009/10/casorio.html
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